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terça-feira, 1 de março de 2011

Soneto de Fidelidade (ao meu computador! )

De tudo ao meu computador serei atenta
Antes, e com tal zelo, e sempre e de modo tão terno
Que mesmo diante de um modelo mais moderno
Dele serei sempre a tiete mais sedenta
Quero vivê-lo em cada vão momento
E em seu louvor hei de pagar as contas da light
Que alimenta os seus megabytes
Sem nenhum pesar ou descontentamento
E assim, quando mais tarde, num outro dia
Quem sabe a assistência técnica,
Angústia de quem vive,
Pedir pelo seu concerto uns 800 paus
Eu possa dizer do computador (que tive)
Que não seja imortal posto que é fabricado em manaus
Mas que seja infinito enquanto dure a garantia.



Balada Cibernética - Língua de Trapo

Um comentário:

  1. Língua de Trapo tá linkado pro artista. Linka tb o Balada Cibernética pra música: http://letras.terra.com.br/lingua-de-trapo/524349/

    vlw ;)

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